{"id":1094,"date":"2026-10-20T19:00:00","date_gmt":"2026-10-20T22:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/saladejustica.com.br\/blog\/?p=1094"},"modified":"2026-10-22T08:43:15","modified_gmt":"2026-10-22T11:43:15","slug":"resenha-street-fighter-2026","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/saladejustica.com.br\/blog\/resenhas\/resenha-street-fighter-2026\/","title":{"rendered":"[Resenha] Street Fighter (2026)"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"alignleft size-medium\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"203\" height=\"300\" src=\"https:\/\/saladejustica.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/Resenha-Street-Fighter-2026-poster-203x300.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1097\" srcset=\"https:\/\/saladejustica.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/Resenha-Street-Fighter-2026-poster-203x300.jpg 203w, https:\/\/saladejustica.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/Resenha-Street-Fighter-2026-poster.jpg 455w\" sizes=\"auto, (max-width: 203px) 100vw, 203px\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Dire\u00e7\u00e3o:<\/strong> Kitao Sakurai <strong>Elenco principal:<\/strong> Andrew Koji, Noah Centineo, Callina Liang, David Dastmalchian, Jason Momoa <strong>Produ\u00e7\u00e3o:<\/strong> Legendary Pictures, Paramount Pictures e Capcom <strong>Ano:<\/strong> 2026 <strong>Categoria:<\/strong> Filmes<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Introdu\u00e7\u00e3o<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Conheci <em>Street Fighter II<\/em> nas velhas locadoras de videogame, l\u00e1 nos long\u00ednquos anos 1990. Muitas vezes, ao sair da escola (e que minha m\u00e3e n\u00e3o leia este texto!), junt\u00e1vamos a turminha da rua \u2014 meu irm\u00e3o, meia d\u00fazia de vizinhos e eu \u2014 e part\u00edamos para a locadora. O passe estudantil de todos virava uma ou duas horas de jogatina, no velho esquema &#8220;perdeu, passa o controle&#8221;. Eu jogava com o Blanka e tinha meus momentos. Derrotar um Ken ou um Ryu nas m\u00e3os de um jogador habilidoso n\u00e3o era tarefa f\u00e1cil, mas, se a mem\u00f3ria n\u00e3o est\u00e1 afetada pela falta de mod\u00e9stia, eu vencia mais do que perdia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Tamb\u00e9m jog\u00e1vamos com os primos, \u00e0s vezes na locadora, mas sobretudo nas casas aben\u00e7oadas com um Super Nintendo. L\u00e1 em casa t\u00ednhamos um Master System, e, quando chegava a nossa vez de receber a turma, quem comandava era o <em>California Games<\/em>. Juntar a galera para trocar sopapos virtuais \u00e9, com certeza, uma das melhores mem\u00f3rias que guardo daqueles tempos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Talvez por isso seja t\u00e3o frustrante constatar que poucas franquias de videogame acumularam tantas tentativas fracassadas no cinema quanto <em>Street Fighter<\/em>. A adapta\u00e7\u00e3o de 1994, com Jean-Claude Van Damme e o saudoso Raul Julia, virou cult mais pelo exagero do que pelo m\u00e9rito, e <em>A Lenda de Chun-Li<\/em>, de 2009, foi esquecida t\u00e3o r\u00e1pido quanto chegou aos cinemas. Mais de tr\u00eas d\u00e9cadas depois, a Legendary aposta numa nova vers\u00e3o, com supervis\u00e3o da Capcom, elenco estrelado e a promessa de finalmente levar o esp\u00edrito do jogo para a tela grande. A pergunta que todo f\u00e3 que j\u00e1 passou o controle numa locadora carrega para a sala de cinema \u00e9 simples: desta vez vai?<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Sinopse<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em 1987, um jovem Ryu (Andrew Koji) vence o torneio World Warrior ao derrotar Sagat. A vit\u00f3ria, por\u00e9m, desperta nele uma for\u00e7a obscura que ele n\u00e3o consegue controlar, e o lutador abandona as competi\u00e7\u00f5es em busca de equil\u00edbrio. Seis anos depois, em 1993, Ryu vive recluso, enquanto seu antigo parceiro de treino, Ken Masters (Noah Centineo), trilhou o caminho oposto: extrovertido e sedento por fama, segue carreira ao lado do amigo e empres\u00e1rio Dan Hibiki (Andrew Schulz). Ryu e Ken est\u00e3o afastados h\u00e1 anos, separados por uma trag\u00e9dia do passado e por ressentimentos nunca resolvidos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00c9 ent\u00e3o que surge Chun-Li (Callina Liang), com um convite para uma nova edi\u00e7\u00e3o do World Warrior, que reunir\u00e1 alguns dos maiores lutadores do mundo. O convite, contudo, esconde interesses que v\u00e3o muito al\u00e9m da disputa esportiva, e o torneio se revela apenas a fachada de uma conspira\u00e7\u00e3o arquitetada por M. Bison (David Dastmalchian).<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"366\" height=\"210\" src=\"https:\/\/saladejustica.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/BgAj.gif\" alt=\"Cuidado: alerta de spoiler!\" class=\"wp-image-34\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Cuidado: alerta de spoiler!<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">An\u00e1lise<\/h2>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">O acerto mais inspirado: a anima\u00e7\u00e3o<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A melhor decis\u00e3o criativa do filme aparece logo na primeira cena. Todos os flashbacks s\u00e3o apresentados em anima\u00e7\u00e3o no estilo dos animes dos anos 1990, feita \u00e0 m\u00e3o, em vez de recorrer \u00e0 maquiagem de rejuvenescimento ou a atores mais jovens. A escolha \u00e9 elegante, resolve um problema t\u00e9cnico com charme e conversa diretamente com a mem\u00f3ria afetiva de quem cresceu assistindo a <em>Street Fighter II V<\/em> nas manh\u00e3s do SBT. A sequ\u00eancia de abertura, com Ryu derrotando Sagat num golpe que funde Hadouken e Shoryuken, deixando a famosa cicatriz no peito do vil\u00e3o, \u00e9 espetacular. O segundo flashback, que mostra a morte do mestre de Ryu e Ken pelas m\u00e3os de Akuma (Joe &#8220;Roman Reigns&#8221; Anoa&#8217;i), carrega o peso emocional que sustenta toda a rela\u00e7\u00e3o entre os protagonistas, j\u00e1 estremecida pela frustra\u00e7\u00e3o de Ken por nunca ter conseguido aprender o Hadouken. At\u00e9 a cena p\u00f3s-cr\u00e9ditos segue o formato, mostrando Bison, j\u00e1 fortalecido pelo Psycho Power, indo recrutar Sagat.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Um torneio que n\u00e3o acontece<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O maior problema de <em>Street Fighter<\/em> est\u00e1 na pr\u00f3pria premissa. O filme re\u00fane Guile (Cody Rhodes), Dhalsim (Vidyut Jammwal), Balrog (Curtis &#8220;50 Cent&#8221; Jackson), E. Honda (Hirooki Goto) e Zangief (Olivier Richters) como convidados do World Warrior, apresenta Vega (Orville Peck), Cammy (Mel Jarnson) e Juli (Rayna Vallandingham) como soldados de Bison, com Vega disputando o torneio a servi\u00e7o do vil\u00e3o, e ent\u00e3o simplesmente esquece o campeonato. O conflito central \u00e9 inteiramente determinado pela conspira\u00e7\u00e3o do vil\u00e3o, e o torneio vira pano de fundo. Guile luta contra Vega e perde, e n\u00f3s nem vemos a luta! Depois do combate entre Ken e Dhalsim, a competi\u00e7\u00e3o desaparece da tela, e o t\u00edtulo acaba nas m\u00e3os de Joe (Alexander Volkanovski), personagem obscuro que s\u00f3 existiu na primeira vers\u00e3o do jogo, por W.O. Sua gl\u00f3ria dura pouco: Akuma aparece e o elimina sem esfor\u00e7o. A refer\u00eancia \u00e9 divertida para os f\u00e3s mais velhos, mas resume bem o descaso do roteiro com aquilo que deveria ser o cora\u00e7\u00e3o da hist\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/saladejustica.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/Resenha-Street-Fighter-2026-imagem-1-1024x576.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-1098\" srcset=\"https:\/\/saladejustica.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/Resenha-Street-Fighter-2026-imagem-1-1024x576.png 1024w, https:\/\/saladejustica.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/Resenha-Street-Fighter-2026-imagem-1-300x169.png 300w, https:\/\/saladejustica.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/Resenha-Street-Fighter-2026-imagem-1-768x432.png 768w, https:\/\/saladejustica.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/Resenha-Street-Fighter-2026-imagem-1.png 1200w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Uma narrativa correndo atr\u00e1s do caminh\u00e3o<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O enredo, em si, \u00e9 bom. O tri\u00e2ngulo formado por Ryu, Ken e Bison tem potencial dram\u00e1tico de sobra: Bison captura Ryu, for\u00e7a-o a lutar contra Blanka (Jason Momoa), que acaba ajudando o her\u00f3i a fugir ao perceber que est\u00e1 sendo manipulado, e depois recaptura o protagonista para extrair parte de sua energia. Fortalecido, derrota com facilidade Chun-Li, que buscava vingar a morte do pai. Ryu, por sua vez, enfrenta Akuma, vence a um custo alto e \u00e9 consumido pela escurid\u00e3o, tornando-se o Evil Ryu, que apareceu nos jogos em 1996 como personagem secreto. \u00c9 Ken quem o enfrenta e, \u00e0 beira da derrota, finalmente consegue soltar o Hadouken. Ryu volta ao normal, mas fica desacordado, quase morto, e Ken o traz de volta cantando &#8220;What&#8217;s Up&#8221;, a m\u00fasica que o amigo usava para relaxar antes das lutas. \u00c9 uma cena que poderia soar rid\u00edcula e, curiosamente, funciona.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O problema \u00e9 como tudo isso \u00e9 contado. A hist\u00f3ria \u00e9 picotada, sem uma sequ\u00eancia reconhec\u00edvel. As boas cenas se alternam e a narrativa tenta acompanh\u00e1-las como aquele famoso cachorrinho que caiu da mudan\u00e7a e sai correndo atr\u00e1s do caminh\u00e3o. O desfecho \u00e9 abrupto: Bison encontra Akuma ainda vivo, captura-o para roubar tamb\u00e9m o seu poder, e o filme termina com Ryu, Ken, Dan e Chun-Li pegando carona com Guile e Dhalsim para iniciar uma nova persegui\u00e7\u00e3o. N\u00e3o h\u00e1 resolu\u00e7\u00e3o, apenas a promessa de uma continua\u00e7\u00e3o que ainda n\u00e3o est\u00e1 garantida.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Lutas boas, golpes escassos<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As cenas de luta s\u00e3o o ponto alto do longa, e s\u00e3o muitas. O confronto entre Ryu e E. Honda na sauna, cen\u00e1rio cl\u00e1ssico do lutador de sum\u00f4, e a luta entre Ken e Dhalsim no torneio s\u00e3o os destaques. O curioso \u00e9 que os golpes especiais, a alma do jogo, aparecem pouco. Al\u00e9m do Hadouken e do Shoryuken de Ryu e Ken, vemos o Sonic Boom de Guile e o Hyakuretsu Harite e o Super Zutsuki de E. Honda. Blanka usa seus poderes el\u00e9tricos, mas sem os golpes caracter\u00edsticos. E Chun-Li merecia muito mais: ela distribui boas pancadas nos capangas, mas n\u00e3o executa nenhum dos golpes famosos que a consagraram.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"490\" src=\"https:\/\/saladejustica.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/Resenha-Street-Fighter-2026-imagem-2-1024x490.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-1099\" srcset=\"https:\/\/saladejustica.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/Resenha-Street-Fighter-2026-imagem-2-1024x490.png 1024w, https:\/\/saladejustica.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/Resenha-Street-Fighter-2026-imagem-2-300x144.png 300w, https:\/\/saladejustica.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/Resenha-Street-Fighter-2026-imagem-2-766x367.png 766w, https:\/\/saladejustica.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/Resenha-Street-Fighter-2026-imagem-2.png 1497w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Personagens fi\u00e9is, humor for\u00e7ado<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A caracteriza\u00e7\u00e3o \u00e9 irrepreens\u00edvel. Visual e comportamento dos personagens saem diretamente do jogo, e o f\u00e3 reconhece cada um deles \u00e0 primeira vista. O mesmo n\u00e3o se pode dizer do humor. A com\u00e9dia f\u00edsica funciona, mas alguns personagens passam o filme inteiro soltando piadinhas for\u00e7adas, muitas vezes em momentos inapropriados, e o resultado \u00e9 mais constrangedor do que engra\u00e7ado.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Quanto a M. Bison, David Dastmalchian tem certa semelhan\u00e7a f\u00edsica com Raul Julia e claramente tenta imitar seus trejeitos. Falta-lhe, por\u00e9m, o talento e a presen\u00e7a do ator porto-riquenho, e a homenagem fica no meio do caminho.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Pontos positivos<\/h2>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Flashbacks em anima\u00e7\u00e3o no estilo anime dos anos 1990, feita \u00e0 m\u00e3o<\/li>\n\n\n\n<li>Cenas de luta excelentes e numerosas<\/li>\n\n\n\n<li>Caracteriza\u00e7\u00e3o fiel dos personagens, no visual e no comportamento<\/li>\n\n\n\n<li>Bom aproveitamento de refer\u00eancias ao jogo, como Joe e o Evil Ryu<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Pontos negativos<\/h2>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>O torneio praticamente n\u00e3o existe na tela<\/li>\n\n\n\n<li>Narrativa fragmentada e sem fluidez<\/li>\n\n\n\n<li>Poucos golpes especiais, sobretudo para Chun-Li<\/li>\n\n\n\n<li>Humor for\u00e7ado em momentos inadequados<\/li>\n\n\n\n<li>M. Bison sem a for\u00e7a do original<\/li>\n\n\n\n<li>Final abrupto, dependente de uma continua\u00e7\u00e3o incerta<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"682\" src=\"https:\/\/saladejustica.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/Resenha-Street-Fighter-2026-imagem-3-1024x682.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-1100\" srcset=\"https:\/\/saladejustica.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/Resenha-Street-Fighter-2026-imagem-3-1024x682.png 1024w, https:\/\/saladejustica.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/Resenha-Street-Fighter-2026-imagem-3-300x200.png 300w, https:\/\/saladejustica.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/Resenha-Street-Fighter-2026-imagem-3-768x511.png 768w, https:\/\/saladejustica.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/Resenha-Street-Fighter-2026-imagem-3.png 1346w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Conclus\u00e3o<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>Street Fighter<\/em> tem todos os ingredientes que os f\u00e3s pediram por d\u00e9cadas: personagens reconhec\u00edveis, lutas bem coreografadas e um respeito evidente pelo material original. Falta-lhe, contudo, o que nenhum figurino resolve: um roteiro que saiba para onde est\u00e1 indo. \u00c9 um filme divertido, que entrega exatamente o que promete no departamento da pancadaria, mas trope\u00e7a justamente no torneio que lhe d\u00e1 nome e numa narrativa que nunca encontra o pr\u00f3prio ritmo. Quem for ao cinema em busca de divers\u00e3o sai satisfeito; quem esperava a adapta\u00e7\u00e3o definitiva vai ter que esperar mais um round. No duelo com a vers\u00e3o de 1994, este vence, mas por pontos, numa decis\u00e3o apertada dos ju\u00edzes.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">E voc\u00ea, j\u00e1 assistiu? Achou que o torneio fez falta, ou a conspira\u00e7\u00e3o de Bison bastou para segurar o filme? Conte nos coment\u00e1rios!<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Nota do Vini: 6,5\/10 \ud83d\ude0a<\/strong><\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>Vin\u00edcius Arag\u00e3o Costa escreve sobre s\u00e9ries, quadrinhos e cultura geek em saladejustica.com.br.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u200b<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Se este Hadouken de opini\u00e3o acertou em cheio, ou se voc\u00ea quer revidar com um Shoryuken, a arena dos coment\u00e1rios est\u00e1 aberta. Nos encontre no&nbsp;<a href=\"https:\/\/x.com\/salajusticablog\">X<\/a>&nbsp;em @salajusticablog, no&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/saladejusticablog\">Instagram<\/a>&nbsp;e&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/saladejusticablog\">Facebook<\/a>&nbsp;em @saladejusticablog.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u200b<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Da locadora dos anos 1990 para a tela grande: o novo Street Fighter traz flashbacks em anima\u00e7\u00e3o feita \u00e0 m\u00e3o, lutas de primeira e personagens sa\u00eddos direto do jogo. Mas ser\u00e1 que um filme sobre o torneio World Warrior pode se dar ao luxo de esquecer o pr\u00f3prio torneio? Confira a resenha e descubra se, desta vez, a adapta\u00e7\u00e3o finalmente acertou o golpe.<\/p>\n<div class=\"more-link-wrapper\"><a class=\"more-link\" href=\"https:\/\/saladejustica.com.br\/blog\/resenhas\/resenha-street-fighter-2026\/\">Continue lendo<span class=\"screen-reader-text\">[Resenha] Street Fighter (2026)<\/span><\/a><\/div>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":1096,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[2],"tags":[129,126,121,147],"class_list":["post-1094","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-resenhas","tag-adaptacao","tag-cinema","tag-ficcao-cientifica","tag-street-fighter","entry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/saladejustica.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1094","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/saladejustica.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/saladejustica.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/saladejustica.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/saladejustica.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1094"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/saladejustica.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1094\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1102,"href":"https:\/\/saladejustica.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1094\/revisions\/1102"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/saladejustica.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/1096"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/saladejustica.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1094"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/saladejustica.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1094"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/saladejustica.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1094"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}