He-Man chegou às telas em 2026, e o resultado é um filme que divide opiniões — inclusive as minhas. Etérnia está lindíssima, o Esqueleto é perfeito, e o momento em que Adam grita “Eu tenho a força” pela primeira vez derrubou o cinema em aplausos. Mas há um problema sério no coração da história: o protagonista. Quando um herói precisa ser herói e não é, algo fundamental se perde. Minha resenha completa, com elogios e críticas sem papas na língua.
Deixe um comentário