Dez episódios depois, uma coisa ficou clara: a segunda temporada de Batman: Caped Crusader não só manteve o nível da primeira — superou. Entre a ascensão brutal do Charada e a construção paciente de uma das melhores versões do Coringa já feitas, sem esquecer do Alfred roubando a cena (literalmente salvando Gotham no episódio final), essa é uma temporada que arrisca e acerta na maioria das vezes. Confira a resenha completa, com análise por blocos temáticos, pontos positivos e negativos, e a nota final da temporada.
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Em 1996, uma minissérie pintada a guache prometeu algo grande demais para caber numa banca de revista. Trinta anos depois, Reino do Amanhã continua sendo o maior acontecimento que testemunhei nos quadrinhos — e, relendo hoje, tenho a incômoda sensação de que precisamos dela de novo.
Deixe um comentárioO Coringa como herói. O Batman como vilão. Batman: Cavaleiro Branco, de Sean Murphy, é uma história tecnicamente impressionante com uma tese política bem definida — e o mercado levou seis anos para dar seu veredicto, número a número, sobre o que realmente pensa de heróis que precisam ser heróis.
Deixe um comentárioA Liga da Justiça Sem Limites é a melhor série de TV de todos os tempos — e este artigo existe para provar essa afirmação. Da herança direta de Batman: A Série Animada à fórmula perfeita de personagens canônicos com histórias originais, passando pela profundidade temática da saga Cadmus e pela galeria de vilões inesquecíveis, a JLU construiu algo que o cinema de super-heróis ainda não conseguiu replicar. E enquanto Hollywood continua errando a mão — o Supergirl mais recente é só o capítulo mais novo de uma série de tropeços —, a solução já existe, provada e amada por gerações: é só continuar.
Deixe um comentárioO Superman da Terra-2 olhou para os heróis da nova Terra e disse: vocês não mereciam ser salvos. Ele estava errado — mas não completamente. Releitura de Crise Infinita, o evento que tentou lembrar à DC o que significa ser herói, com arte de primeira linha, sacrifícios de verdade e um multiverso que cobra a conta. Nota do Vini: 9/10 😄
Deixe um comentárioO que separa uma boa adaptação de um desperdício com roupagem bonita? A resposta está na essência. Batman e Homem-Aranha podem ter dezenas de versões do uniforme e ainda assim serem imediatamente reconhecíveis — não pelo visual, mas pelo núcleo que os define. Clássicos são clássicos por isso, e quando os criadores não respeitam esse núcleo, o resultado é outra coisa usando um nome emprestado. Uma análise sobre Batman, as animações da DC, e o que os casos de Duna e Fundação ensinam sobre fidelidade, respeito ao material original e por que o público não perdoa quando a essência se perde.
Deixe um comentárioTerminei de ler o encadernado Detective Comics (2ª série) #1, publicado pela Panini Comics em dezembro de 2019. A edição compila as originais americanas Detective Comics 994 a 999, continuando a história no ponto em que parou a 1ª série, encerrada no #30 em setembro do mesmo ano. Um inimigo misterioso está caçando e tentando matar todas as pessoas com quem o Batman treinou ou estudou para se tornar o herói que conhecemos, já tendo tido alguns sucessos.
Deixe um comentárioRápidos comentários sobre o que ando lendo. Mundo dos Super-Heróis nº 127, de novembro de 2020.
Deixe um comentárioRápidos comentários sobre o que ando lendo. Querida Liga da Justiça, de março de 2020.
Deixe um comentárioRápidos comentários sobre o que ando lendo. Neste post: Convergência: Mulher Gato e Questão, de março de 2016.
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