O que faz uma série durar 250 edições sem perder a graça? Neste artigo, analisamos Julia Kendall — a criminóloga criada por Giancarlo Berardi — e descobrimos que o segredo está no que não muda: a essência do personagem. Com um paralelo surpreendente entre Berardi e Arthur Conan Doyle, e uma reflexão sobre adaptações que traem o material original, o texto investiga por que consistência não é limitação — é o produto.
Deixe um comentárioTag: Júlia Kendall
Rápidos comentários sobre o que ando lendo. Neste post: J. Kendall – Aventuras de uma Criminóloga nº 133, de março/abril de 2018.
1 ComentárioRápidos comentários sobre o que ando lendo. Neste post: J. Kendall – Aventuras de uma Criminóloga nº 117, de julho/agosto de 2015.
Deixe um comentárioRápidos comentários sobre o que ando lendo. Neste post: J. Kendall – Aventuras de uma Criminóloga #114 e Batman Eterno (Os Novos 52!) #51.
Deixe um comentárioSinopse da editora: “Conheça Júlia, a criminóloga. Elegante. Inteligente. Corajosa. Muito bem-humorada. Histórias escritas por Giancarlo Berardi, o roteirista criador de Ken Parker, com 132…
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