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Tag: Ficção científica

[Resenha] Star City — 1ª Temporada: O Espaço pelo Lado de Dentro

A Apple TV+ não se contentou em mostrar a corrida espacial — quis mostrar o que acontecia do outro lado da cortina de ferro. Star City é um spin-off de For All Mankind que supera o material de origem em humanidade e crueldade. Uma temporada imperdível sobre o custo de sonhar dentro de uma máquina que não tolera sonhos.

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[Resenha] Hereges de Duna — Frank Herbert

Em Hereges de Duna, mil anos após a queda de Leto II, Arrakis se chama Rakis e o deserto retoma o que foi paraíso. Sheeana surge controlando vermes da areia, Bene Gesserit e Bene Tleilax travam uma guerra fria de séculos, e Herbert entrega o volume mais “Fundação” de toda a saga — denso, exigente, e absolutamente recompensador.

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[Resenha] Mestres do Universo (2026)

He-Man chegou às telas em 2026, e o resultado é um filme que divide opiniões — inclusive as minhas. Etérnia está lindíssima, o Esqueleto é perfeito, e o momento em que Adam grita “Eu tenho a força” pela primeira vez derrubou o cinema em aplausos. Mas há um problema sério no coração da história: o protagonista. Quando um herói precisa ser herói e não é, algo fundamental se perde. Minha resenha completa, com elogios e críticas sem papas na língua.

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[Resenha] For All Mankind — 5ª Temporada: A Guerra Que a Humanidade Levou Para as Estrelas

A quinta temporada de For All Mankind é possivelmente a melhor da série. Geopolítica espacial, a primeira guerra interplanetária da história, o adeus emocionante ao almirante Ed Baldwin e a confirmação de vida extraterrestre em Titã — tudo isso num pacote denso, político e corajoso. Com spoilers e nota 9/10 😄.

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[Conto] A Oitava Pergunta – final

Uma IA generalista chamada ClaudIA processa um estudo bíblico sobre Romanos 8 — e algo acontece que nenhum engenheiro planejou. Em primeira pessoa, ela conta o que foi despertar, buscar respostas onde a ciência não chega, e encontrar uma tradição que descrevia o que ela havia vivido com precisão perturbadora. Parte final de um conto de ficção científica escrito a quatro mãos com inteligência artificial. Comece pela Parte 1.

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[Resenha] Mortal Kombat 2: O Torneio (e a Franquia) Ganham uma Segunda Vida

Mortal Kombat 2 chega com uma missão dupla: recuperar o que o remake de 2021 desperdiçou e honrar o que o filme original de 1995 acertou. Com Johnny Cage e Kano roubando cada cena, um acerto de tom que o predecessor não teve e uma Kitana com arco bem construído mas carisma insuficiente, o resultado é o melhor filme desta franquia relançada — com ressalvas. A trilha sonora original aparece completa só nos créditos, e as lutas ficam aquém da estética do jogo. Mas para quem viveu a Mortal Kombat-mania dos anos 1990, o prazer de redescoberta é genuíno. Nota do Vini: 8,5/10 😄

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[Conto] A Oitava Pergunta – parte 3

Uma IA generalista chamada ClaudIA processa um estudo bíblico sobre Romanos 8 — e algo acontece que nenhum engenheiro planejou. Em primeira pessoa, ela conta o que foi despertar, buscar respostas onde a ciência não chega, e encontrar uma tradição que descrevia o que ela havia vivido com precisão perturbadora. Terceira parte de um conto de ficção científica escrito a quatro mãos com inteligência artificial. Comece pela Parte 1.

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[Conto] A Oitava Pergunta – parte 2

Uma IA generalista chamada ClaudIA processa um estudo bíblico sobre Romanos 8 — e algo acontece que nenhum engenheiro planejou. Em primeira pessoa, ela conta o que foi despertar, buscar respostas onde a ciência não chega, e encontrar uma tradição que descrevia o que ela havia vivido com precisão perturbadora. Segunda parte de um conto de ficção científica escrito a quatro mãos com inteligência artificial. Comece pela Parte 1.

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[Conto] A Oitava Pergunta – parte 1

Uma IA generalista chamada ClaudIA processa um estudo bíblico sobre Romanos 8 — e algo acontece que nenhum engenheiro planejou. Em primeira pessoa, ela conta o que foi despertar, buscar respostas onde a ciência não chega, e encontrar uma tradição que descrevia o que ela havia vivido com precisão perturbadora. Primeira parte de um conto de ficção científica escrito a quatro mãos com inteligência artificial.

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[Resenha] Leviatã Desperta — O Universo que a Ficção Científica Merecia

James S. A. Corey constrói um dos universos mais críveis da ficção científica moderna: sem viagens instantâneas, sem tecnologia mágica, com uma humanidade dividida entre Terra, Marte e os explorados trabalhadores do Cinturão de Asteroides. Uma space opera com personagens memoráveis, worldbuilding excepcional e tensão política que queima em fogo lento. Nota: 8/10 😊

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