Nicolas Cage veste o chapéu fedora e as teias em Spider-Noir, série do Prime Video ambientada nos anos 1930. Ben Reilly é um detetive particular aposentado de ser herói — enferrujado, moralmente questionável e irresistível. Oito episódios de noir clássico com ação, humor e um elenco de coadjuvantes que rouba a cena.
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Dois universos, um cemitério e uma conversa que vale mais do que a batalha inteira. A edição Marvel do encontro entre o Homem-Aranha e o Superman é irregular — o exército de vilões é desperdiçado na primeira metade —, mas a metade final, com Peter e Clark no túmulo do Tio Ben, entrega um dos momentos mais genuinamente emotivos que o crossover inter-editorial já produziu. Brad Meltzer e Pepe Larraz fazem um trabalho que merece atenção.
Deixe um comentárioO Superman da Terra-2 olhou para os heróis da nova Terra e disse: vocês não mereciam ser salvos. Ele estava errado — mas não completamente. Releitura de Crise Infinita, o evento que tentou lembrar à DC o que significa ser herói, com arte de primeira linha, sacrifícios de verdade e um multiverso que cobra a conta. Nota do Vini: 9/10 😄
Deixe um comentárioTex Willer sangra. Tex Willer é espancado, capturado, levado à beira da derrota. E mesmo assim se levanta. Em mais de setenta anos de aventuras, o Águia da Noite demonstrou que heroísmo não é uma questão de superpoderes — é uma questão de caráter. Cinco motivos pelos quais a Geração Z precisa conhecer o ranger mais famoso dos quadrinhos italianos.
Deixe um comentárioO Superman e o Homem-Aranha voltam a se encontrar nas páginas de um novo crossover DC/Marvel, cinquenta anos depois do encontro original. A história tem boas ideias — Clark e Peter dividindo a redação do Planeta Diário é uma solução narrativa que nunca envelhece —, mas Mark Waid parece ter ficado intimidado pela magnitude do encontro. O resultado é uma edição simpática, com mini crossovers criativos, mas aquém do que o legado exigia. Nota do Vini: 6/10 🙂
Deixe um comentárioO que faz uma série durar 250 edições sem perder a graça? Neste artigo, analisamos Julia Kendall — a criminóloga criada por Giancarlo Berardi — e descobrimos que o segredo está no que não muda: a essência do personagem. Com um paralelo surpreendente entre Berardi e Arthur Conan Doyle, e uma reflexão sobre adaptações que traem o material original, o texto investiga por que consistência não é limitação — é o produto.
Deixe um comentárioO que separa uma boa adaptação de um desperdício com roupagem bonita? A resposta está na essência. Batman e Homem-Aranha podem ter dezenas de versões do uniforme e ainda assim serem imediatamente reconhecíveis — não pelo visual, mas pelo núcleo que os define. Clássicos são clássicos por isso, e quando os criadores não respeitam esse núcleo, o resultado é outra coisa usando um nome emprestado. Uma análise sobre Batman, as animações da DC, e o que os casos de Duna e Fundação ensinam sobre fidelidade, respeito ao material original e por que o público não perdoa quando a essência se perde.
Deixe um comentárioTerminei de ler o encadernado Detective Comics (2ª série) #1, publicado pela Panini Comics em dezembro de 2019. A edição compila as originais americanas Detective Comics 994 a 999, continuando a história no ponto em que parou a 1ª série, encerrada no #30 em setembro do mesmo ano. Um inimigo misterioso está caçando e tentando matar todas as pessoas com quem o Batman treinou ou estudou para se tornar o herói que conhecemos, já tendo tido alguns sucessos.
Deixe um comentárioRápidos comentários sobre o que ando lendo. Neste post: J. Kendall – Aventuras de uma Criminóloga nº 133, de março/abril de 2018.
1 ComentárioRápidos comentários sobre o que ando lendo. Mundo dos Super-Heróis nº 128, de dezembro de 2020.
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