Aperte "Enter" para pular para o conteúdo

Sala de Justiça / Blog Posts

[Conto] Redenção – Ato 4

Calvin procura Maren porque precisa contar para alguém. A conversa que se segue atravessa dez anos de prisão voluntária, um capelão chamado Thomas, um hino de infância que ficou como semente em terra dura, e as perguntas mais difíceis que um homem quebrado pode fazer sobre culpa, soberania e perdão. O quarto e último ato de Redenção é sobre o que acontece depois — quando compensar é impossível, mas fazer diferente ainda não é.

2 Comments

[Conto] Redenção – Ato 3

Um homem sem poderes. Uma armadura construída para derrubar um deus. Um deserto onde ninguém mais jamais saberia o que aconteceu. E uma hesitação de um segundo que mudou tudo. O Ato 3 de Redenção é o flashback que você não sabia que estava esperando — e está no ar agora. Nos encontre no X em @salajusticablog, no Instagram e Facebook em @saladejusticablog.

2 Comments

[Artigo] Trinta Anos de Reino do Amanhã: Precisamos de Outra Profecia

Em 1996, uma minissérie pintada a guache prometeu algo grande demais para caber numa banca de revista. Trinta anos depois, Reino do Amanhã continua sendo o maior acontecimento que testemunhei nos quadrinhos — e, relendo hoje, tenho a incômoda sensação de que precisamos dela de novo.

Deixe um comentário

[Conto] Redenção – Ato 2

Calvin percorre os lugares onde a guerra aconteceu. Cada parada é uma ferida visitada, cada rosto encontrado é um lembrete do que ele fez. Nos flashbacks, a Guerra dos Céus se revela em fragmentos — a Áurea que ficou de pé até não poder mais, o Soldado de Ferro que lutou até o fim, e o Mola, que nunca lutou contra Calvin. O Mola fazia outra coisa, com os recursos que tinha, sem parar para calcular se havia alguma chance. O segundo ato de Redenção é sobre o peso de entender, finalmente, o que você destruiu.

3 Comments

[Artigo] Batman: Cavaleiro Branco — Quando o progressismo tentou derrotar o Batman, e perdeu

O Coringa como herói. O Batman como vilão. Batman: Cavaleiro Branco, de Sean Murphy, é uma história tecnicamente impressionante com uma tese política bem definida — e o mercado levou seis anos para dar seu veredicto, número a número, sobre o que realmente pensa de heróis que precisam ser heróis.

Deixe um comentário

[Conto] Redenção – Ato 1

Um andarilho chega a Novarca numa tarde de chuva. Caminha ereto quando todos se curvam, ergue vigas que nenhum homem deveria conseguir segurar, e toca a lombada de um livro proibido com um cuidado excessivo para um estranho diante de uma relíquia qualquer. Maren Solís, guardiã de livros numa cidade que proibiu a memória, percebe que há algo errado com ele — algo que ela demora dias para nomear. O primeiro ato de Redenção apresenta o mundo quebrado que sobrou depois da Guerra dos Céus, e o homem misterioso que voltou para ele.

3 Comments

[Artigo] Liga da Justiça Sem Limites é a melhor série de TV de todos os tempos — e eu posso provar

A Liga da Justiça Sem Limites é a melhor série de TV de todos os tempos — e este artigo existe para provar essa afirmação. Da herança direta de Batman: A Série Animada à fórmula perfeita de personagens canônicos com histórias originais, passando pela profundidade temática da saga Cadmus e pela galeria de vilões inesquecíveis, a JLU construiu algo que o cinema de super-heróis ainda não conseguiu replicar. E enquanto Hollywood continua errando a mão — o Supergirl mais recente é só o capítulo mais novo de uma série de tropeços —, a solução já existe, provada e amada por gerações: é só continuar.

Deixe um comentário

[Resenha] Star City — 1ª Temporada: O Espaço pelo Lado de Dentro

A Apple TV+ não se contentou em mostrar a corrida espacial — quis mostrar o que acontecia do outro lado da cortina de ferro. Star City é um spin-off de For All Mankind que supera o material de origem em humanidade e crueldade. Uma temporada imperdível sobre o custo de sonhar dentro de uma máquina que não tolera sonhos.

Deixe um comentário

[Artigo] Papel, Pixels e Palavras Faladas — Três Formas de Ser Leitor

Tenho estantes que ocupam um quarto inteiro, um Kindle no bolso e um fone de ouvido que está sempre comigo. Por anos me senti meio culpado por usar os três — como se isso fosse alguma forma de infidelidade literária. Neste artigo, explico por que parei de escolher entre papel, pixel e voz, e por que talvez você também devesse.

Deixe um comentário