O Coringa como herói. O Batman como vilão. Batman: Cavaleiro Branco, de Sean Murphy, é uma história tecnicamente impressionante com uma tese política bem definida — e o mercado levou seis anos para dar seu veredicto, número a número, sobre o que realmente pensa de heróis que precisam ser heróis.
Deixe um comentárioMês: julho 2026
Um andarilho chega a Novarca numa tarde de chuva. Caminha ereto quando todos se curvam, ergue vigas que nenhum homem deveria conseguir segurar, e toca a lombada de um livro proibido com um cuidado excessivo para um estranho diante de uma relíquia qualquer. Maren Solís, guardiã de livros numa cidade que proibiu a memória, percebe que há algo errado com ele — algo que ela demora dias para nomear. O primeiro ato de Redenção apresenta o mundo quebrado que sobrou depois da Guerra dos Céus, e o homem misterioso que voltou para ele.
3 CommentsA Liga da Justiça Sem Limites é a melhor série de TV de todos os tempos — e este artigo existe para provar essa afirmação. Da herança direta de Batman: A Série Animada à fórmula perfeita de personagens canônicos com histórias originais, passando pela profundidade temática da saga Cadmus e pela galeria de vilões inesquecíveis, a JLU construiu algo que o cinema de super-heróis ainda não conseguiu replicar. E enquanto Hollywood continua errando a mão — o Supergirl mais recente é só o capítulo mais novo de uma série de tropeços —, a solução já existe, provada e amada por gerações: é só continuar.
Deixe um comentárioA Apple TV+ não se contentou em mostrar a corrida espacial — quis mostrar o que acontecia do outro lado da cortina de ferro. Star City é um spin-off de For All Mankind que supera o material de origem em humanidade e crueldade. Uma temporada imperdível sobre o custo de sonhar dentro de uma máquina que não tolera sonhos.
Deixe um comentárioTenho estantes que ocupam um quarto inteiro, um Kindle no bolso e um fone de ouvido que está sempre comigo. Por anos me senti meio culpado por usar os três — como se isso fosse alguma forma de infidelidade literária. Neste artigo, explico por que parei de escolher entre papel, pixel e voz, e por que talvez você também devesse.
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